domingo, 11 de março de 2012

Grandes Pequenas Coisas



"Grandes são as obras do SENHOR, procuradas por todos os que
nelas tomam prazer" (Salmos 111:2).


Em maio de 1987, Mario Andretti estava dominando as 500
milhas de Indianápolis como nenhum outro em 50 anos. Ele
manteve a ponta em 170 das 177 voltas. Ele continuava na
primeira colocação quando faltava apenas uma volta para o
fim da corrida. A busca da segunda vitória em Indi do piloto
de 47 anos de idade terminou quando uma minúscula parte do
sistema de combustível deixou de funcionar. Pequenas coisas
em nossas vidas podem causar grande dano. (Greg Potts)


Em vez de nos preocuparmos com coisas grandiosas, que
poderão nunca acontecer e que, mesmo acontecendo, poderão
não nos trazer a paz e o regozijo almejado, devíamos estar
atentos às pequenas coisas que estão ao nosso redor, que
poderão determinar nossa derrota ou os melhores momentos de
uma grande felicidade.


Geralmente não é uma grande pedra que nos derruba e sim uma
pequena pedrinha no caminho. Quase sempre perdemos nossa
comunhão com Deus por causa de uma "minúscula" mentira.
Deixamos de gozar das delícias de uma vida com o Senhor, às
vezes, por um minuto de indiferença.


Muitas vezes sonhamos com uma grande realização, sem
perceber que poderíamos ser muito mais felizes com algo bem
menor. Queremos altas posições sem discernir que a nossa
grande bênção está em algo pequeno, preparado por Deus, que
nos daria muito mais satisfação. Lutamos para conquistar
grandes ideais de nossa vontade quando seria muito melhor
aceitar a vontade do Senhor, mesmo que isso significasse
aceitar algo bem pequenino.


As maiores bênçãos de nossas vidas podem ser bem pequenas.
Os maiores momentos de gozo em nosso coração podem ser muito
pequenos. As pequeninas coisas, feitas por Deus em nossas
vidas, são as maiores que poderíamos receber.


Estou muito contente com as pequenas coisas grandiosas que
Deus tem feito. E você?

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(Paulo Barbosa)

sexta-feira, 9 de março de 2012

O Amor De Jesus A Uma Mulher‏

 
"Então, erguendo-se Jesus e não  vendo  a  ninguém  senão  a
mulher,  perguntou-lhe:  Mulher,  onde  estão  aqueles  teus
acusadores? Ninguém te  condenou?  Respondeu  ela:  Ninguém,
Senhor. E disse-lhe Jesus: Nem eu te condeno; vai-te, e  não
peques mais" (João 8:10, 11).
 
O  tumulto  podia  ser  ouvido  a  um    quarteirão    dali,
interrompendo o pacífico entardecer da  cidade.  E  ali,  no
meio da multidão que se reunira para ouvir a Jesus, ela  foi
atirada. Descalça e desgrenhada. Transpirando por  causa  do
esforço que  fizera,  jazia  ali.  Tinha  o  cabelo  molhado
caindo-lhe no rosto. Os maxilares, endurecidos.  Os  dentes,
cerrados. Os lábios pressionados em resistência. As  narinas
dilatadas numa respiração aflitiva. "Adúltera!",  acusam-na.
"Apanhada em flagrante!" Mas por quem? E por quê? Os mestres
e fariseus pedem que se cumpra a Lei, e  querem  a  pena  de
morte. Mas para que uma pessoa sofra a pena de morte, a  Lei
exige que haja pelo menos duas testemunhas. Testemunhas para
o ato de adultério. Pode o leitor imaginar a cena?  Fariseus
que sussurram e espionam, espreitando curiosos à  janela  da
casa onde estava aquela mulher.  Por  quanto  tempo  ficaram
ali? O quanto  teriam  visto?  Não  estariam  seus  corações
igualmente cheios de adultério ao espreitá-la naquele  lugar
de encontros clandestinos? No mínimo  dois  testemunharam  o
ato. Embora sem escrúpulos pelo pecado, e nenhuma  compaixão
pelo pecador. Quando já haviam  visto  o  suficiente,  esses
protetores da moralidade arrombaram a porta do  quarto  onde
ela estava nua e indefesa. Debatia-se, enquanto eles lutavam
para subjugá-la. Enfiaram-lhe as roupas  como  se  fosse  um
animal capturado num saco,  e  esperneando  e  gritando  foi
levada à praça do mercado. Chegou assim ao templo. Arrancada
da privacidade de um abraço roubado  e  lançada  à  vergonha
pública. Isto, pensava, é o fim. Seu destino  sempre  ligado
ao dos homens. Das mãos deles havia recebido o  pão.  Agora,
pedras. Lá está ela, sombria e calada, o olhar  de  ódio.  A
cada olhar, retorna outro, vindo de cada  um  que  a  cerca,
devolvendo-lhe o ódio  incandescente  que  marca  sua  alma.
Todos a encaram, exceto Jesus. Enquanto isso,  onde  está  o
seu amante? Permitiram-lhe que escapasse pela janela, com  o
apoio  das  testemunhas?  Sem  dúvida,  fazia    parte    da
conspiração . .  .  a  conspiração  de  apanhar  Jesus  numa
armadilha. Pois não era a mulher que eles queriam  destruir,
nem tão pouco era a  Lei  que  queriam  preservar.  Ela  era
apenas a isca; as perguntas  que  faziam,  eram  a  mola  da
armadilha. Mais de uma vez Jesus demonstrara compaixão pelos
pecadores. No entanto,  a  Lei  de  Moisés  é  inflexível  e
imparcial para com eles. Se os líderes  religiosos  queriam,
de algum modo, colocar Jesus entre a sua lealdade às  tábuas
da  Lei  e  o  seu  imperturbável  amor  pelos    pecadores,
certamente isso mostraria a todos de que lado estava  Jesus.
Se a escolhesse, raciocinavam, e Ele naturalmente  o  faria,
estaria renunciando à Lei.  Teriam  uma  justificativa  para
acusá-lo perante o Sinédrio.  A  pergunta  que  usaram  para
lançar a armadilha não era de  natureza  teórica,  como  por
exemplo: "Qual das esposas ela será após a ressurreição?"  E
questão de vida e de morte, da qual dependia não  somente  a
sorte dessa mulher, mas também o destino  de  Jesus  Cristo.
Para desapontamento dos líderes, Jesus não entra no  debate.
Simplesmente, abaixa-se e  concentra-se  em  pensamentos.  O
silêncio é impressionante; o drama, intenso. Com  os  dedos,
ele escreve na areia. As cabeças inclinam-se para decifrar a
escrita. Permanecerá para sempre um mistério. Talvez fosse a
respeito dos pecados cometidos pelo povo. Talvez  fosse  uma
citação de Moisés. Talvez escrevesse os  nomes  dos  líderes
preeminentes da cidade. O que tenha sido, não  foi  para  os
nossos olhos, apenas para quem estava lá. Jesus  levanta-se.
Todos os olhos fixam-se nele. Por fim, responde: "Aquele que
dentre vós está sem pecado, seja o primeiro a lhe atirar uma
pedra". Uma a uma, as pedras caíram ao  chão.  E  um  a  um,
afastaram-se dali. Começando pelos mais velhos,  talvez  por
serem os mais sábios . . . ou, quem sabe, os mais  culpados.
Jesus abaixa-se para escrever novamente. Desta  vez,  apenas
para a mulher. Estão sós, agora - transgressor e legislador.
E o único qualificado para condená-la, não o faz. Ela dá  um
longo suspiro. O coração palpitando como uma mariposa  presa
entre as mãos. O Salvador enfrentou a todos por ela, e lutou
por ela. Ela é a vitória dele. Levanta-se  novamente,  desta
vez para libertá-la: "Ninguém te condenou?" pergunta. Ao que
ela  responde  num  tímido  balbuciar:  "Ninguém,   Senhor".
Quieta, ela aguarda.  Com  certeza,  ele  lhe  preparava  um
sermão. Mas  não  houve  sermão  algum.  O  que  ouve  foram
palavras de graça: "Nem eu também te condeno", e palavras de
verdade: deveria deixar para  trás  a  vida  de  pecados.  O
tremor diminui. As feições abrandam-se. As rugas da testa se
desfazem.  Devo  ficar?Devo  perguntar  alguma    coisa?Devo
agradecer-lhe? As dúvidas percorrem  sua  mente.  Olha-o.  O
semblante está se descontraindo. Para ele também havia  sido
uma provação. Respira fundo, e  seu  sorriso  parece  dizer:
"Vai, você está livre agora". Abre a boca para  dizer  algo.
Mas as palavras não vêm. Afasta-se,  e  antes  de  dobrar  a
esquina, pára. . . pensa. . . e olha  para  trás  a  fim  de
agradecer-lhe. Mas Jesus está sentado, com  a  face  apoiada
nas mãos, orando ao Pai. Volta-se e então segue seu caminho,
deixando para trás uma  vida  de  pecado.  Não  há  lágrimas
agora. Anos mais tarde, haverá. Em alguns momentos durante o
dia, quando olhar para os filhos adormecidos em seus leitos;
ao despedir-se do marido quando este sair para  o  trabalho,
de manhã; ao amassar pão na solidão da cozinha. Um casamento
que não deveria ter sido realizado. . . uma família que  não
deveria ter tido. . . uma vida que não deveria  ter  vivido.
Estava diante do Salvador.  Um  Salvador  que  enfrentara  a
todos quando queriam  lançar-lhe  pedras.  Um  Salvador  que
condescendeu  em  acolhê-la  e  enviá-la  novamente  ao  seu
caminho, perdoada.
 
Oração: Amado  Senhor  jesus,  Confesso,  envergonhado,  que
algumas vezes já estive no banco dos réus, como condenado. E
houve vezes em que  estive  entre  a  multidão,  condenando.
Houve vezes em que meu coração se encheu com o  espírito  do
adultério. E houve vezes em que minhas mãos estiveram cheias
de pedras. Perdoa-me por um coração tão propenso a  divagar,
tão rápido a esquecer  os  votos  feitos  a  ti.  Perdoa-me,
também, pela minha pressa  em  trazer  a  ti  os  erros  dos
outros. E a minha relutância em trazer os que dizem respeito
a mim. Perdoa-me as vezes em que, como um  fariseu,  tive  a
presunção de colocar-me como juiz  de  outros.  Outros,  aos
quais eu não estava qualificado para julgar. Outros, que tu,
embora  qualificado,  te  recusaste  a  julgar.  Ajuda-me  a
aumentar minha semelhança contigo, ó Jesus cheio de graça  e
verdade. Ajuda-me a viver não pela Lei, mas pela graça, pelo
espírito de compaixão que demonstraste por aquela mulher, há
tantas  manhãs  passadas.  Dá-me,  peço-te,  a   consciência
aguçada dos mais velhos quando encarar os erros  de  outros,
de modo que minhas mãos sejam as primeiras a derrubar pedras
ao chão, e meus pés os primeiros a deixar o círculo dos  que
se achavam  perfeitos.  Graças  te  dou  por  aquelas  doces
palavras de amor: "Nem eu te condeno". Palavras que  fluíram
tão livremente dos teus  lábios.  Palavras  que,  com  muita
frequência, tenho ouvido a cada vez que erro.  E,  na  força
daquelas  imerecidas  palavras,  ajuda-me  a  seguir  o  meu
caminho e não pecar mais. . .
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(Paulo Barbosa)reenviando 

quarta-feira, 7 de março de 2012

Uma Folha De Papel Em Branco


"Com a minha voz clamei ao SENHOR, e ouviu-me desde o seu
santo monte" (Salmos 3:4).


um pequeno menino estava subindo em uma árvore, e, de
repente, perdendo o equilíbrio, começou a cair. "Jesus,
AJUDE-me!" ele gritou. Milagrosamente, sua calça jeans ficou
presa em um galho. "pode deixar, Jesus, ele falou, "eu
acabei não precisando de Sua ajuda. Minha calça agarrou-se a
um galho!"


A nossa ilustração inicial conta uma história engraçada de
criança, e quero aproveitá-la para refletir sobre as muitas
vezes que, abençoados por Deus, mostramo-nos indiferentes e
até ingratos, como se nada Ele estivesse fazendo por nós.


Conversando, recentemente, com uma pessoa que já teve grande
experiência com o Senhor, tentei lhe dizer que não devia
ficar murmurando e se queixando de tudo. Ela me disse que
Deus não lhe dava nada. Então me lembrei do exemplo das duas
folhas de papel e lhe disse: "Em uma folha, escreva o que
Deus não lhe deu e na outra, tudo que o Senhor já fez por
você". Fiquei espantado com sua resposta: "A folha do que
Deus fez ficará em branco!". Fiquei muito triste porque sei
que isso não é verdade. Ela sempre foi abençoada por Deus,
assim como toda a sua casa. Mesmo assim, ela prefere ficar
com os olhos espirituais fechados. Só assim poderá continuar
se lamentando como se fosse a mais miserável das criaturas.


Deus sempre nos ouve e está pronto a nos atender quando
clamamos. Precisamos apenas confiar nEle e buscá-lo em
qualquer circunstância. Ele nos ama e tem o melhor para nos
dar.


Muitas vezes procuramos soluções em outros lugares pensando
que deles virão as respostas que buscamos. Perdemos tempo e
a folha de papel de nossas bênçãos fica em branco. Deus
deseja preenchê-la, mas, preferimos viver murmurando!


Você busca socorro no Senhor? Você espera Sua resposta? Você
se lembra de agradecer a Ele?



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(Paulo Barbosa)

quinta-feira, 1 de março de 2012

Muito Mais Que Dez Centavos


"Far-me-ás ver a vereda da vida; na tua presença há fartura
de alegrias; à tua mão direita há delícias perpetuamente"
(Salmos 16:11). Um homem foi com seu filho para a igreja.
Após o serviço religioso, o homem reclamou com seu filho
pelo fato da reunião ser muito longa. Seu pequeno filho
disse: "Papai, eu acho que foi muito bom. Afinal, você teve
que pagar apenas uma moeda de 10 centavos."


O que temos oferecido ao Senhor pelas incontáveis bênçãos
que nos tem dado? Temos mostrado gratidão, regozijo, um
louvor verdadeiro, ou, como o homem de nossa ilustração,
apenas murmuração?


Deus tem feito grandes coisas na vida daqueles que O tem no
coração. Muitos lares têm sido preenchidos com gozo e
alegria. Muitos perdidos têm sido achados e transformados.
Muitas lágrimas têm sido substituídas por sorriso e canto.
Muitos lugares tenebrosos agora se apresentam claros e
brilhantes. Muitas cenas de fracasso agora apresentam cantos
de espetaculares vitórias.


E nós, cristãos, temos reconhecido o quão maravilhoso é ter
Jesus conosco? Temos oferecido a Ele o nosso melhor? Ou
apenas 10 centavos de nosso tempo? Ou apenas 10 centavos de
nosso amor? Ou apenas 10 centavos de nosso louvor? Ou apenas
10 centavos de nosso tempo de oração? Ou apenas 10 centavos
de leitura de Sua Palavra?


O Senhor espera que o Seu povo compreenda o Seu amor, o Seu
sacrifício, o Seu desejo de que ninguém se perca e que todos
sejam salvos. O Senhor espera que estejamos no templo com o
coração aberto, com lábios gratos, com um coração jubiloso
pelo privilégio de sermos, em Cristo, filhos de Deus. O
Senhor espera que estejamos em Sua presença com grande
regozijo, e que entendamos que esse tempo é o melhor tempo
de nossas vidas.


O Senhor vale muito mais que 10 centavos! Para mim Ele vale
todo o meu coração... toda a minha vida!



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(Paulo Barbosa)

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

NÃO TE ESQUEÇAS‏

Adquire a sabedoria, adquire o entendimento e não te esqueças das palavras da Minha boca, nem delas te apartes. Prov. 4:5.
 
 
Quanto tempo você precisa estudar para adquirir um título profissional? Quanto dinheiro você tem que poupar para adquirir um apartamento? Quantos dias Tiger Woods teve que treinar para adquirir o título de melhor jogador de golfe do mundo?

Salomão afirma repetidas vezes que a sabedoria é mais preciosa do que qualquer título profissional, dinheiro ou fama. Se isto é verdade, qual é o preço da sabedoria? Nada. É gratuita para os que buscam os conselhos divinos.

O verso de hoje nos aconselha a adquirir duas coisas: sabedoria e entendimento. A sabedoria nos ensina a administrar a vida com equilíbrio e coerência. O entendimento nos capacita a determinar os métodos para melhor administrar a vida. Ele nos ajuda a identificar o momento certo e as circunstâncias para usar o conselho divino apropriado para aquela circunstância.

O conselho de hoje é: “Não te esqueças” e “nem te apartes”. O esquecimento já provocou muitas tragédias. Esquecer de apagar o fogo ou de desligar o gás, esquecer um compromisso importante ou a chave dentro do carro pode criar muitos problemas. Mas todos eles podem ser resolvidos.

Esquecer-se das palavras de Deus, no entanto, cria problemas de conseqüências eternas. A sabedoria e o entendimento são instrumentos divinos para você não esquecer.

Outro procedimento que pode ter conseqüências trágicas é “afastar-se” ou “desviar-se”, como registram algumas traduções da Bíblia.

O que aconteceria se numa estrada à beira do abismo você se afastasse do caminho? Sabedoria não implica necessariamente ausência de erros. Eles podem inclusive ser proveitosos para a pessoa sábia. A sabedoria não se mede por um ou outro erro, mas pela maneira como você reage diante dos erros. Experiência, para um homem sábio, não é o que lhe acontece, seja bom ou mau, mas o que ele faz com o que lhe acontece. Nunca se queixe daquilo que você permite que lhe aconteça de novo.

Torne hoje um dia de escolhas e decisões sábias. Ande, viaje, compre e venda com sabedoria e entendimento. “Adquire a sabedoria, adquire o entendimento e não te esqueças das palavras da Minha boca, nem delas te apartes.”



Alejandro Bullón

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Rejeitando O Mal



"Deixa a ira, e abandona o furor; não te indignes de forma
alguma para fazer o mal" (Salmos 37:8).


uma velha senhora, religiosa, porém, muito mal-humorada,
ficou muito aborrecida porque seus vizinhos se esqueceram de
convidá-la para um piquenique que fariam no domingo
seguinte. Na manhã em que o evento aconteceria, eles
perceberam o esquecimento e enviaram um menino para
convidá-la a vir com eles. "Agora é tarde", ela disse
rispidamente. "Eu tenho orado para chover."


Até que ponto nós, cristãos, temos mostrado atitude
semelhante ao da senhora de nossa história? Até que ponto
temos nos irado por coisas que as pessoas fazem, muitas
vezes, sem a intenção de fazê-lo? Temos deixado o nosso
mau-humor ofuscar o brilho que deveria ser a nossa principal
característica? Temos dado lugar ao diabo, em vez de
demonstrar o amor que o Senhor nos ensinou?


"Eu não vou mais à igreja! O pastor não me atendeu no dia em
que o procurei"; "Eu não vou participar mais do louvor!
Cumprimentei o baterista e ele não retribuiu à minha
saudação". "Não contem comigo no evangelismo! Ninguém
valoriza o que faço"... e seguem-se outras lamúrias,
murmurações, queixas. E, além de não participar, ainda fica
ansiando que tudo dê errado e que os eventos sejam um
fiasco.


O verdadeiro filho de Deus não age dessa maneira. Ele tem
amor no coração e esse amor move todas as suas atitudes. Ele
entende quando o pastor não pode lhe falar, e ora para que
ele possa cumprir todos os seus compromissos. Ele ama aos
irmãos e sabe que, quando não o cumprimentaram, foi porque
estavam distraídos e nem notaram quando lhes falou. Ele vê o
lado bom de todos e os defeitos são ignorados completamente.


O cristão autêntico jamais deseja o mal do seu próximo, e
muito menos dos irmãos. E mesmo quando é ofendido, não
revida e ainda ora para que Deus abençoe o ofensor. De que
adiantaria agir da mesma forma? Que diferença mostraria aos
que não têm Deus no coração? Ele sempre coloca o Senhor em
primeiro lugar e, suas atitudes, sempre procuram glorificar
o nome de Jesus.


O que você costuma desejar a seu próximo, o bem ou o mal?


*****
(Paulo Barbosa)

Blog da Neidinha!: HISTÓRIA DO PATO

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