quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Mais Escuridão Em Uma Noite Sem Estrelas


 "Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as
coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo" (2
Coríntios 5:17).


"Retribuir violência com violência apenas multiplica a
violência, acrescentando uma escuridão mais profunda a uma
noite já destituída de estrelas. A escuridão não pode
expulsar a escuridão; só a luz pode fazer isso. O ódio não
pode expulsar o ódio; só o amor pode fazer isso." (Martin
Luther King Jr)


A grande transformação operada pelo Espírito do Senhor em
nossas vidas consiste exatamente em tornar-nos diferentes do
que costumávamos ser antes de conhecer a Jesus. De nada
adiantaria abrirmos o coração para Jesus e continuar amando
o mundo, desprezando os perdidos, odiando aos que nos fazem
mal. Isso já fazíamos no passado. A verdadeira conversão é
demonstrada a partir do momento em que deixamos de odiar e
passamos a amar; em que deixamos de murmurar e passamos a
glorificar a Deus; em que deixamos de duvidar e passamos a
crer completamente; em que deixamos as trevas e passamos a
viver na luz e a iluminar; em que abandonamos a lista dos
perdidos e passamos a estar inscritos no livro dos salvos.


Se agimos da mesma maneira que os incrédulos, nada mais
somos que incrédulos. Se falamos mal das outras pessoas,
continuamos sendo fofoqueiros e mundanos. Se os nossos
amigos e parentes sempre nos encontram de mau-humor, a
alegria do Senhor ainda não nos fortaleceu. Se as nossas
atitudes ainda são tenebrosas, a Luz do mundo ainda não está
brilhando em nossas vidas. Podemos até dizer que "o Senhor é
o nosso pastor", porém, não passamos de ovelhas desgarradas
que não sabem para onde estão seguindo.


Eu não quero escurecer ainda mais uma noite sem estrelas,
não quero encher ainda mais de dúvidas um coração já
incrédulo, não quero servir de maldição para meus amigos e
sim, de um exemplo que deve ser imitado. Eu quero ser uma
bênção... e você?


(Paulo Barbosa)

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

De Que Se Lembrarão?

 "Porque já é manifesto que vós sois a carta de Cristo,
ministrada por nós, e escrita, não com tinta, mas com o
Espírito do Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas nas
tábuas de carne do coração" (2 Coríntios 3:3).


Dois pregadores, que não tinham bom relacionamento,
encontraram-se no meio da rua. Um deles falou: "Eu ouvi seu
sermão faz poucos dias e o reconheci -- você o pregou há 14
anos atrás". O outro, não se deixando abater, retrucou: "Eu
ouvi um sermão seu faz três semanas e não me lembro de uma
palavra sequer do que você disse".


Uma lição pode ser tirada desta história. Nossas vidas
deviam ser como bons sermões, carregando uma mensagem que
deixa uma duradoura impressão -- motivando a vida de outras
pessoas. Quando vivemos de acordo com os ensinos do Senhor,
somos vitoriosos na busca de nossos propósitos, temos a
força de Deus para ultrapassar os obstáculos do caminho e
contaminamos a todos que nos rodeiam com a nossa felicidade.
Somos um exemplo a imitar e não um motivo para que todos se
afastem de nós.


Quando agimos com cortesia e ternura, deixamos marcas de
amor por onde passamos. Quando agimos com honestidade e
sinceridade, deixamos marcas de pureza em todos os
ambientes. Quando nossas atitudes mostram obediência e
submissão à Palavra de Deus, deixamos marcas de salvação e
vida eterna nos corações de todos que nos conhecem.


Quando nossas vidas são insignificantes e vazias, não
inspiramos confiança, não semeamos esperança, não
fortalecemos e nem motivamos os abatidos. O nome do Senhor
não é engrandecido e, depois de nossa morte, nenhum sinal
ficará de nossa passagem por aqui.


Ao deixar esse mundo, o que as pessoas lembrarão de você?


(Paulo Barbosa)

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Muitas Corridas, Uma Após Outra


"Alegrai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação,
perseverai na oração" (Romanos 12:12).


"Perseverança não é uma corrida longa; São muitas corridas
pequenas, uma após outra." (Walter Elliott)


Muitas vezes perdemos a batalha contra a persistência porque
cremos que precisamos vencer o primeiro embate. Mas a luta
não acaba na primeira derrota, nem na segunda, nem na
terceira... Ela só terminará quando experimentarmos a
vitória! Não podemos desistir na primeira queda, nem na
primeira frustração, nem na primeira decepção. Precisamos
nos levantar, nos encher de esperança e coragem, de otimismo
e fé. Mesmo que a tempestade nos apresente muitos dias de
raios e trovoadas, devemos confiar que, mais adiante, o sol
estará novamente brilhando.


Cada corrida rumo a uma conquista nos fortalece e edifica.
Nossos músculos espirituais irão adquirir resistência, nossa
confiança se renovará, nosso relacionamento com Deus se
tornará mais íntimo, o júbilo de nossos corações aumentará
mais e mais.


Cada percurso dessas corridas é diferente um do outro.
Alguns são simples, outros sinuosos, uns são curtos, outros
longos, em alguns temos companhia, em outros seguimos
sozinhos. Porém, em todos eles podemos contar com a ajuda do
Senhor. Ele estará ao nosso lado para nos amparar nas
quedas, para nos consolar nas frustrações, para nos
estimular em momentos de desânimo, para nos encorajar quando
a angústia nos deixar abatidos, para aplaudir e nos abraçar
quando cruzarmos a linha da vitória final.


Se você se encontra desconsolado por perder uma corrida, ou
duas, anime-se! Comece a terceira... e outras mais. Você é
mais do que vencedor e é possível que o Senhor Jesus esteja
apenas esperando que sua vida se torne forte o suficiente
para vencer a maior de todas as corridas. Se Ele pretende
lhe dar uma grande vitória, primeiro lhe preparará para
isso. Ele sempre exige mais daqueles a quem deseja abençoar
muito. Provavelmente você é uma dessas pessoas de quem Ele
espera grandes coisas.


Persevere... Sua vitória será grandiosa!




(Paulo Barbosa)


quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Melhor conselho de uma mãe


Uma jovem recém casada estava sentada num sofá num dia quente e úmido, bebericando chá gelado durante uma visita à casa de sua mãe. Enquanto conversavam sobre a vida, o casamento, as responsabilidades, as obrigações e deveres da pessoa adulta, a mãe remexia pensativamente os cubos de gelo no seu copo, quando lançou um olhar claro e sóbrio para sua filha, e disse:
Nunca se esqueça de suas amigas! - aconselhou
Serão mais importantes na medida em que você envelhecer.
Independentemente do quanto você ame sua família, os filhos que porventura venham a ter, você sempre precisará de amigas. Lembre-se de, ocasionalmente, ir a lugares com elas; divirta-se na companhia delas; telefone de vez em quando...
Que estranho conselho - pensou a jovem. Acabo de ingressar no mundo dos casados.
Sou adulta. Com certeza meu marido e minha família serão tudo o que necessito para dar sentido à minha vida! Contudo, ela seguiu o conselho de sua mãe. Manteve contato com suas amigas e sempre procurava fazer novas amizades.
À medida em que os anos se passavam, ela foi compreendendo que sua mãe sabia do que falava.
À medida em que o tempo e a natureza realizavam suas mudanças e mistérios sobre a mulher, as amigas sempre foram baluartes em sua vida.
Passados mais de 50 anos, eis o que a jovem aprendeu:
O Tempo passa.
A vida acontece.
A distância separa...
As crianças crescem.
Os empregos vão e vêem.
O amor se transforma em afeto.
As pessoas não fazem o que deveriam fazer.
O coração para sem avisar.
Os pais morrem.
Os colegas esquecem os favores.
As carreiras terminam.
Mas as verdadeiras amigas estão lá, não importa quanto tempo nem quantos quilômetros tenham afastado vocês.
Uma AMIGA nunca está mais distante do que o alcance de uma necessidade, torcendo por você, intervindo em seu favor e esperando você de braços abertos, abençoando sua vida!

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Quem Pode Julgar?


"Não julgueis, para que não sejais julgados. Porque com o
juízo com que julgardes sereis julgados, e com a medida com
que tiverdes medido vos hão de medir a vós. E por que
reparas tu no argueiro que está no olho do teu irmão, e não
vês a trave que está no teu olho?" (Mateus 7:1-3)


"Quando nós vemos um irmão ou uma irmã em pecado, existem
duas coisas que nós não sabemos: Primeiro, nós não sabemos o
quanto se empenharam para não pecar. E segundo, nós não
sabemos qual o poder ou forças que os dominaram. Não
sabemos, também, o que teríamos feito nas mesmas
circunstâncias."


Temos o hábito de julgar as pessoas. "Ele é fraco e não sabe
resistir aos momentos de dificuldades"; "ela se deixa
envolver facilmente com coisas erradas"; "eles bem que
poderiam ter evitado aquela situação"; e outros comentários
semelhantes. Até parece que não erramos nunca, que não
fraquejamos em nenhum momento, que somos sempre fortes e
inabaláveis.


Por que, em vez de criticar e condenar as pessoas, não
procuramos compreender a situação? Por que, em vez de virar
as costas aos "pecadores" não nos oferecemos para ajudá-los,
para abraçá-los, para mostrar-lhes algo melhor? Temos o
dever de amá-los e não de diminuí-los ainda mais.


Por acaso nós nos colocamos em seus lugares? Seríamos nós
mais santos e firmes se enfrentássemos os mesmos dilemas?
Resistiríamos mais se sofrêssemos as mesmas tentações?
Agiríamos com mais honestidade se nos confrontássemos com as
mesmas facilidades? Teríamos coragem de atirar pedras, como
não tiveram os acusadores da mulher pecadora dos tempos de
Cristo?


Por que o Senhor Jesus nos mandou cuidar primeiro do cisco
de nossos olhos antes de querer tirar o dos nossos irmãos?
Somos mais santos que eles? Somos mais puros que eles? Temos
as vestes mais brancas do que as deles?


Todos nós somos abençoados pela misericórdia e pelo amor de
nosso Senhor. Que saibamos agir da mesma forma com todos que
estão diante de nós.


domingo, 18 de setembro de 2011

CASA ARRUMADA




Casa arrumada  é assim:
Um lugar organizado, limpo, com espaço livre pra circulação e uma boa
entrada de luz.
Mas casa, pra mim, tem que ser casa e não um centro cirúrgico, um
cenário de novela.
Tem gente que gasta muito tempo limpando, esterilizando, ajeitando os
móveis, afofando as almofadas...
Não, eu prefiro viver numa casa onde eu bato o olho e percebo logo:
Aqui tem vida...
Casa com vida, pra mim, é aquela em que os livros saem das prateleiras
e os enfeites brincam de trocar de lugar.
Casa com vida tem fogão gasto pelo uso, pelo abuso das refeições
fartas, que chamam todo mundo pra mesa da cozinha.
Sofá sem mancha?
Tapete sem fio puxado?
Mesa sem marca de copo?
Tá na cara que é casa sem festa.
E se o piso não tem arranhão, é porque ali ninguém dança.
Casa com vida, pra mim, tem banheiro com vapor perfumado no meio da tarde.
Tem gaveta de entulho, daquelas que a gente guarda barbante,
passaporte e vela de aniversário, tudo junto...
Casa com vida é aquela em que a gente entra e se sente bem-vinda.
A que está sempre pronta pros amigos, filhos, netos, pros vizinhos...
E nos quartos, se possível, tem lençóis revirados por gente que brinca
ou namora a qualquer hora do dia.
Casa com vida é aquela que a gente arruma pra ficar com a cara da gente.
Arrume a sua casa todos os dias...
Mas arrume de um jeito que lhe sobre tempo pra viver nela...
E reconhecer nela o seu lugar.
(Carlos Drummond de Andrade)

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Habitos




Morre lentamente quem se transforma em escravo do hábito,
repetindo todos os dias os mesmos trajetos;
quem não muda de marca, não arrisca vestir uma cor nova e não fala com quem não conhece.

Morre lentamente quem faz da televisão seu guru.
Morre lentamente quem, não sendo casado, evita um grande amor;
quem prefere os pingos nos ís a um redemoinho de emoções,
exatamente a que resgata o brilho nos olhos, o sorriso nos lábios e coração aos tropeços.

Morre lentamente quem não se permite, pelo menos uma vez na vida,
ouvir conselhos sensatos.
Morre lentamente quem não viaja, não lê, quem não ouve música,
quem não encontra graça em si mesmo.

 Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da sua má sorte, ou
da chuva incessante.
Morre lentamente quem destrói seu amor próprio, quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem abandona um projeto antes de iniciá-lo,
nunca pergunta sobre um assunto que desconhece e
nem responde quando lhe perguntam sobre algo que sabe.

Evitemos a morte em suaves porções,
recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior que o simples ar que respiramos. Somente com Deus e muita paciência conseguiremos a verdadeira felicidade.

(Autoria desconhecida)